Liga dos Últimos


A coisa Chavéz foi à Rússia vender petróleo, comprar brinquedos bélicos, o normal, adiante. Como a Rússia até é um país importante, nada como a antiga URSS, mas continua a ser o maior país do mundo (falando em hectares); então o Chavéz, lá por Moscovo, reconheceu oficialmente a independência da Abecásia e Ossétia do Sul, territórios de soberania integral georgiana, assim como quem diz para dar graxa. Não é que me faça grande remoinho na cabeça, dois bocados de terra para aí do tamanho de duas vezes a freguesia de Nossa Senhora das Neves, mas fica mal ao senhor Chavéz. É verdade que tem cada vez menos amigos - vá, tem o Sócrates que acha que na Madeira há asfixia política (ui, que culta é a personalidade!) mas depois quando se fala de Venezuela é um forrobodó! - portanto tem que agradar a alguém, e os russos que também têm sido uns alternativos, à procura de uma velha mãe Rússia que já não existe e uma esfera de influências categoria Guerra Fria, são uns buddies à medida.
Mesmo assim, comparativamente falando, entre o Sócrates e o Chávez!? Hum, como se costuma dizer, venha o diabo e escolha: um é o gajo do ¿Por qué no te callas?, o outro é o funcionário do mês da Intel para cima de um ano! Mas casam bem um com o outro, veja-se que o primeiro foi vender magalhães para a cimeira ibero-americana, ofereceu-os para ali com fartura (os moços cá em Portugal,que eu saiba, a não ser que sejam ciganos, na generalidade pagam-nos), e só o camarada Hugo, o segundo sujeito referido caiu no engodo. Distribuem-se magalhães na Venezuela!

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