Taça das confederações


Estive quase a ver os Estados Unidos a ganhar a grande potência mundial futebolística hoje, com o brinde de uma competição importante no pack. Não era de admirar, afinal, já tinham deixado para trás a Itália, campeã mundial, e a Espanha, campeã europeia e número um do ranking da FIFA, porém, felizmente o Brasil travou-os, se eles já são arrogantes sendo azelhas na bola, como seria se agora ganhassem um título mundial num deporto que para eles é de maricas? O futebol, aliás, soccer, que na américa futebol é um misto de kung-fu, râguebi, boxe e não sei bem que desporto evocar para os apalpões que eles dão uns nos outros, é o que as senhoras jogam, já que homem que é homem, joga futebol, não o nosso futebol maricas, antes o futebol deles, viril, que não sei bem porquê só eles jogam, e no resto do mundo é conhecido por futebol americano. Demonstra ser um deporto ecléctico, sem dúvida! Assim sendo, fiquei muito contente pela derrota dos norte-americanos, afinal de contas não gosto muito deles (é esquisito, quando lá estava o Bush ninguém gostava, agora que o presidente é o Obama só eu é que não gosto), mesmo que neste preciso momento esteja a usar um computador de marca americana, sapatilhas Nike americanas e calças e t-shirt também elas americanas. Vá, mentira, o computador é um Asus de Taiwan, as sapatilhas Adidas alemãs, as calças são dos ciganos e a t-shirt é contrafeita, mas era só para dar a ideia que os americanos estão em todo o lado, a CIA já deve ter conhecimento desta coisa que estou a escrever, e ainda nem sequer foi publicada, portanto, ainda bem que por enquanto, eles ainda levam nas orelhas quando se trata de jogar à bola.

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